Repórter Amazônia 20 Ago 2008
Fotografia, Mototaxis, Música, Repórter Amazônia, Trabalho escravo Comments (0)
IMAGEM DO DIA

Lei que obriga motoqueiros a andar com a viseira abaixada, não vem sendo respeitada em Macapá. Os condutores culpam o calor que traz grande desconforto quando se abaixa a viseira do capacete. A infração resulta em apreensão do veículo e a perda do direito de dirigir, mas, a maioria dos motoqueiros ignora a lei.
DIA DA FOTOGRAFIA
A propósito da história da fotografia no Amapá, devo acrescentar ao que disse o professor Alexandre da Faculdade Seama, filho de um grande fotógrafo das antigas, o Nunes, que bem antes do governador Barcellos, bem antes mesmo, já se revelavam fotos em Macapá. Esses pioneiros são Toru Onuka e Alberto Uchoa que é pai do fotógrafo Paulo Uchôa, todos vivos e ainda trabalhando com fotografia. Outro pioneiro da pintura com luz, também atuando até hoje na área, se chama Humberto Cruz. Ele trabalhava, ainda na época do Território Federal do Amapá na antiga Secretaria de Segurança Pública (SEGUP) que funcionava no prédio da intendência como fotógrafo legista e tinha a paciência e generosidade como marcas registradas para com quem dele se aproximava para aprender sua arte. Eu tive esse privilégio. Uma curiosidade na história da fotografia em Macapá foi o do Marinho quer mesmo mudando de fotografia para a revenda de máquinas de costura, sua loja continuou se chamando Foto Marinho.
MAIS FALTA DE ÁGUA
Moradora do bairro Brasil Novo manda dizer que a falta de água naquele bairro em Macapá ultrapassou os limites da tolerância. Apesar da conta de água chegar todo mês na sua casa, a água nunca chega nas torneiras. Ora, se o centro da cidade sofre com a falta do produto, dá para imaginar a periferia. Já alertei aqui neste espaço ao ministério público que mande fazer análise da água vendida aos consumidores de Macapá, pois, ela pode estar imprópria para o consumo humano. No interior do estado a situação se complica ainda mais. Tudo isso na cidade banhada pelo maior rio do mundo.
ELEITOR, VOCÊ ME CONHECE!
Teve início ontem um desfile de carinhas carimbadas e ilustres desconhecidos, cada um querendo abocanhar uma fatiazinha do poder de Macapá. Muitos deles lá estiveram e nada de concreto realizaram pela cidade que ganhou a título de pior capital do Brasil resultado da combinação de um prefeito irresponsável e uma câmara municipal inoperante no tocante ao papel fiscalizador que teria de cumprir. A maioria dos edis quer reeleição e o tom do discurso tem sido o abandono a que Macapá foi relegada pela inércia dos próprios. XÔ!
PÉROLAS DA PROPAGANDA ELEITORAL
“Não vote em tubarão. Para seu vereador, vote em peixinho”. Essa é do Peixinho, filho do falecido artista plástico R. Peixe, candidato a vereador por Macapá.
MAIS SAÚDE PARA OS INDÍGENAS
Caiu em 25% o em relação ao mesmo período do mês passado, o índice de malária nas áreas indígenas do parque nacional do Tumucumaque. .A informação é da Funasa que vem atuando de forma a modificar uma realidade preocupante na saúde indígena do Amapá, com ações como borrifação e manejo nessas áreas.
CANTAR MAIS
Um certo candidato a prefeito, adota a mesma tônica da propaganda oficial do governo para encantar os eleitores: a fantasia. Em vez de propostas, dançadeiras de marabaixo e uma voz suave convidando a cidade a cantar e dançar mais, mesmo que em meio ao caos que está instalado em Macapá. Mais do que a gente já dançou? Eu hein!
FALANDO EM CANTAR…
Sabem quanto pagam na maior choradeira um músico do naipe de Chico Terra para se esgoelar durantes três horas em um barzinho? R$100,00. Se você cobra um pouco mais por saber ter um certo diferencial no repertório te atalham: Égua! Tá inflacionando o mercado! Depois te ligo ta? E nunca ligam. É assim a vida do músico no Amapá. Pense…
Leia novo artigo na coluna OPINIÃO…
Chico Terra @ August 20, 2008